Fernando Campos de Castro nasceu em Lever, Vila Nova de Gaia, a 27 de Agosto de 1952. Escritor e poeta, publicou três romances, cinco livros de poesia e uma foto-biografia. Participou como co-autor em cerca de uma dezena de publicações colectivas. Organizou e participou em dezenas de Saraus de Poesia e diversos programas de rádio.

Dedicado ao teatro como encenador e dramaturgo levou à cena um conjunto alargado de revistas, musicais, peças infantis, farsas, e dramas: "Auto da Desprezada", "Como é Que é Meus Senhores", "Isto Assim Não Pode Ser",  "Porto em Revista", "Auto do Menino-Rei", "Crime na Cela 52", "O Natal do Limpa-Chaminés", "O Porto é Assim", "Está Tudo Doido", "Estamos Doidos ou Quê?", "O Cais da Solidão", "Vidas à Moda do Porto", "Se é Retorta Endireita", "Vamos à Bruxa", "Cacetes e Roscas", "Isto é que é um Fado!", "Vira o Disco e Troika o Mesmo". Conta ainda com obras de teatro inéditas: "A Noite dos Morcegos", A Farsa dos Arrependidos", "O Último Verão" e "Teatro de Fantoches". 

Está representado nas Antologias Poéticas: "Se o Poeta Não Dissesse", "Memórias de Um Rio", "Entre o Granito e a Neblina", "Gérmen - Antologia Internacional de Poesia de Língua Portuguesa" e "O Porto em Poesia".

É autor de dezenas de fados e canções gravados por vários artistas. Foi a voz de Beatriz da Conceição que imortalizou o seu tema “Ai Esta Ausência de Mim” tornando-se uma referência poética. Desde então, tem sido um dos poetas mais cantados por todas as gerações fadistas.

Em 2008 foi distinguido com o Prémio TALMA – Por amor à Arte do Teatro, e em 2017 foi agraciado com o Prémio Voz do Operário 2017 na categoria Literatura/Poesia.

FERNANDO CAMPOS DE CASTRO

Fernando Campos de Castro.jpg

“O acto de escrever é tremendamente solitário. É como se a solidão fosse pessoa e trabalhasse ali, lado a lado comigo, completando-me com o pouco  que tenho para dar”

Fernando Campos de Castro

  • Facebook Social Icon